O governo dos Estados Unidos voltou a avaliar possíveis sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após uma operação da Polícia Federal atingir um ex-secretário do Maranhão apontado como fonte de um jornalista.
A ação, autorizada por Moraes, teve como alvo Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão. Ele teria repassado informações ao jornalista Luís Pablo em reportagens relacionadas ao ministro Flávio Dino. O episódio gerou críticas de entidades de imprensa, que manifestaram preocupação com a preservação do sigilo constitucional das fontes.
Segundo o Financial Times, o caso passou a ser citado em Washington nas discussões sobre liberdade de imprensa e eventuais novas medidas contra Moraes.
O ministro já havia sido alvo de sanções dos Estados Unidos em 2025, posteriormente retiradas. Até esta segunda-feira (17), nenhuma nova punição havia sido oficialmente anunciada.

